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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Grupo hacker Anonymous declara guerra ao Estado Islâmico


Dois dias após os atentados terroristas na cidade de Paris, na França, que mataram mais de 120 pessoas, o grupo hacker conhecido como Anonymous declarou guerra ao Estado Islâmico, organização que assumiu a autoria dos ataques. Em vídeo, um porta-voz usando a máscara de Guy Fawkes - que é a marca do grupo Anonymous - disse que membros de todo o mundo vão "caçar" os terroristas do Estado Islâmico. "Esperem por nós. Saibam que vamos achá-los e não vamos deixá-los. Lançaremos nossa maior operação até hoje contra vocês", diz o vídeo. O porta-voz afirma ainda, em francês, que o objetivo é "unir a humanidade" e que o Estado Islâmico pode esperar por ataques cibernéticos "massivos". No Twitter, a organização Anonymous ainda alertou: "nós somos hackers melhores". Não é a primeira vez que pessoas falando em nome do grupo Anonymous fazem ameaças ao Estado Islâmico. Em janeiro, após os atentados contra jornalistas e cartunistas da revista satírica Charlie Hebdo, também na França, os hackers também se declararam em ação contra os extremistas.

Homem louco dirige um carro sobre uma rampa de fogo e salta em um lago

Eu não sei o que pode ser mais louco do que isso. Carro em chamas? Verifica. O homem que salta para fora do carro em chamas? Verifica. Carro caindo em um lago enquanto o homem está pulando para fora do carro em chamas? Verifica. É totalmente espetacular e também insano. Além disso, também tem que ser divertido ver o cara fazendo isso.

Estudante de engenharia usa sua cadeira de rodas para criar o mais épico cosplay de Mad Max: Estrada da Fúria


Ben Carpenter, um estudante de engenharia e cosplayer ávido, usa cadeira de rodas por causa de uma atrofia muscular espinhal. Mas Ben não deixou sua cadeira de rodas impedi-lo de criar o mais épico cosplay de "Mad Max". De fato, ele usou a cadeira de rodas como parte do traje.

 Confira o traje de Ben no DragonCon e Tampa Bay Comic Con:



Hipnotizante: Balas destruindo objetos aleatórios em câmera lenta

Este é um vídeo do Vickers Tactical de vários objetos sendo atingidos por disparos de arma de fogo em câmera lenta. Os objetos incluem uma maçã, um balão de água, uma banana, uma lâmpada, um hambúrguer, uma outra banana, um pavio da vela, uma carta de baralho, uma garrafa de refrigerante, um presunto, balões, sorvete, outra vela, um galão de leite e um galão de água.

sábado, 14 de novembro de 2015

Novo video mostra o Estado islâmico decapitando refém americano e 18 soldados sírios

O grupo ultrarradical Estado Islâmico (EI) reivindicou em um vídeo postado na internet neste domingo a execução por decapitação do refém americano Peter Kassig e de ao menos 18 soldados sírios. O vídeo de quinze minutos, que ainda não teve a sua autenticidade confirmada, foi veiculado pelo órgão midiático dos grupos jihadistas Al-Furqan. Ele começa com a história do nascimento do EI no Iraque, após se desligar da rede Al-Qaeda, e evoca seu envolvimento na guerra da Síria antes de mostrar a decapitação em massa de “soldados de Bashar” e a do refém americano, sequestrado na Síria em 2013. Nas imagens, um homem mascarado aparece em pé ao lado de uma cabeça decepada, alegando ter decapitado Peter Kassig.
“Este é Peter Edward Kassig, um cidadão americano de seu país (…)”, afirma o homem mascarado de sotaque britânico, que associa este assassinato ao envio de conselheiros americanos para ajudar as tropas iraquianas em sua guerra contra o EI. Não é possível saber, neste momento, se trata-se do “Jihadi John”, o suposto assassino dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, se disse “horrorizado” pelo “assassinato a sangue-frio” da vítima. “Estou horrorizado pelo assassinato a sangue-frio de Abdul-Rahman Kassig (nome adotado após sua conversão ao Islã). O ISIL (EI) mostra mais uma vez toda a sua perversidade. Meus pensamento vão à sua família”, escreveu Cameron em seu Twitter. A França, por sua vez, denunciou um novo ato de “barbárie”. Em um comunicado, o primeiro-ministro Manuel Valls “condena com toda firmeza este novo ato bárbaro, que reforça a determinação da França de agir contra o Daesh (EI) no Iraque e na Síria. Aos 26 anos, Peter Kassig, um ex-soldado no Iraque, havia se convertido ao islamismo e fundado uma organização humanitária em 2012, “Special Emergency Response and Assistance” (Sera), após deixar o exército americano. Ele apareceu no vídeo lançado em 3 de outubro da decapitação de um outro refém do EI, o britânico Alan Henning, em que os jihadistas ameaçam matá-lo em retaliação aos ataques aéreos americanos na Síria e no Iraque. Peter Kassig é o terceiro refém americano cuja decapitação foi reivindicada pelo EI após James Foley e Steven Sotloff. Dois outros britânicos, Alan Henning, um voluntário humanitário, e David Haines, trabalhador humanitário, sofreram o mesmo destino


 
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