seja bem-vindo ao nosso site!

Envie um PIX para o site Arquivos da Morte: e ajude a equipe crescer!

Nós do arquivos da morte estamos aqui para contar com todo seu apoio e ajuda para continuarmos sempre mantendo o site atualizado ele cada vez mas para você e nosso público do Brasil inteiro e vários países.doe qualquer valor via Pix para site que sua ajuda fará toda a diferença para nós pois agora estamos dedicados 100% ao site. O nosso pix antonioosmais@gmail.com
Mostrando postagens com marcador Noticias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Noticias. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de outubro de 2016

MOTOQUEIRO MORRE APÓS COLISÃO COM VEÍCULO NA BR-424

Um motociclista morreu após um carro colidir em sua moto, no Km 79, da rodovia BR-424, nas imediações do aterro sanitário de Garanhuns, no Agreste. Cláudio Batista dos Santos, de 33 anos, morava no Sítio Cajarana, zona rural de Garanhuns, ele pilotava uma motocicleta de placa PFL-3306, quando o condutor de uma Pick-p Strada colidiu na traseira da moto. O impacto da batida foi tão forte que ele foi projetado para a caçamba do carro e a moto ficou presa na frente do veículo.A vítima sofreu lesões graves, não resistiu e teve morte imediata, o condutor da Pick-up não teve o nome divulgado, o corpo foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.


TRÊS MORTOS E OITO FERIDOS EM REBELIÃO EM TIMBAÚBA


Três jovens infratores morreram, na madrugada desta terça-feira (25), durante uma rebelião na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), em Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, distante 98 quilômetros do Recife.

Homem é executado com vários tiros em Piripiri-Pí

O fato aconteceu nesta segunda-feira 25/10, na cidade de Piripiri-PI, que fica localizado, a uns 169 Km de Teresina-PI, um Professor de nome Luciano Fernandes,foi alvejado na porta de casa na Rua Quirino de Sousa Meneses, no Bairro Recreio, quando saía para trabalhar,Segundo informações foram seis disparos de revólver. Dois elementos andavam numa moto pop, se aproximaram e efetuaram os disparos e fugiram do local a Polícia acredita que o crime ocorreu por volta de 6h:40min, quando ele saia de carro para trabalhar uma equipe médica ainda tentou reanimá-lo, mas ele já estava morto dentro do seu veículo. A policia investiga o caso!


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Garoto de 13 anos morre enforcado após participar de game online.

A principal suspeita da polícia é de que o adolescente estava participando de um desafio com outros amigos pelo computador e provocou a própria asfixia
Gustavo tinha 13 anos e em seu perfil no Facebook demonstrava ter paixão por games
(Foto: Facebook)
O adolescente Gustavo Riveiros Detter, de 13 anos, morreu após se enforcar com uma corda que sustentava um saco de boxe em seu quarto na tarde de sábado (15) em São Vicente, no litoral paulista. Ele foi socorrido na hora e levado para o Hospital Municipal de São Vicente. De lá, foi transferido para outro hospital, o Ana Costa, em Santos, mas não resistiu e morreu na manhã de domingo (16). Segundo a polícia, no momento do incidente o garoto participava de um game chamado "League of Legends" no computador, no qual interagia com outros internautas. Teria sido proposto a ele um desafio chamado “Choking Game” ou “jogo da asfixia”, em que, propositalmente, o participante deve cortar o fluxo de ar com as mãos ou utilizando objetos, até onde conseguir. A ideia é de que a pessoa chegue ao limite máximo, inclusive provocando um desmaio.
O tio de Gustavo disse ter encontrado indícios de que o menino participava de um "desafio"
(Foto: Facebook)
O caso foi registrado no 7º DP de Santos e está sob investigação da Delegacia Sede de São Vicente. Em entrevista coletiva na manhã de segunda-feira (17), o delegado Carlos Schneider, que investiga o caso, disse que já identificou os outros adolescentes que estavam participando do jogo. Eles deverão ser ouvidos pela polícia em breve. "Esse game, conhecido como ‘jogo do desmaio’, é antigo e muito popular no exterior. É o primeiro caso desse tipo registrado na Baixada Santista. Mas é preciso manter em alerta a família e a escola em todos os sentidos, pois os pais precisam fazer vigilância extrema com os filhos”, alertou o delegado.

domingo, 9 de outubro de 2016

O intrigante caso das “gêmeas silenciosas” e por que uma teve que morrer

Preconceito, ostracismo, trauma, catatonia e hospitalização: o inquietante caso das gêmeas idênticas silenciosas e por que uma delas "precisou" morrer.
Com apenas três anos de idade, as gêmeas idênticas Gibbons começaram a recusar a comunicação e socialização com outras pessoas, desenvolvendo uma linguagem própria que era incompreensível até mesmo para seus pais. Unidas por um mundo estranho, bizarro e cheio de segredos, as meninas cresceram sob grande deboche e assédio escolar, o que contribuiu ainda mais a seu isolamento. Só seus diários e obras literárias perturbadoras ligavam as meninas de alguma forma com a realidade.
 
Durante a adolescência, as gêmeas deram rédea solta a sua frustração através de uma corrente de atos de vandalismo e incêndios provocados que acabaram com sua prisão. A imprensa as apelidou de “as gêmeas silenciosas” devido a sua estranha forma de comunicação.

Condenadas e encerradas em um centro psiquiátrico, sua vida deu uma guinada quando uma delas morreu em estranhas circunstâncias para libertar assim a outra de sua prisão e isolamento. Toda uma história apaixonante, insólita e extremamente inquietante que foi recolhida pela jornalista Marjorie Wallace, que nós contamos a seguir.

As gêmeas silenciosas

 
June e Jennifer Gibbons nasceram em 11 de abril de 1963 na ilha caribenha de Barbados. Seu pai, técnico da Força Aérea britânica, foi destinado a Gales logo depois que elas nasceram. A família passou a ser uma novidade exótica em Haverfordwest, um pequeno povoado do condado de Pembrokeshire, onde nunca havia morado uma pessoa negra.

Talvez por sua estreita relação, as gêmeas demoraram para começar a falar, brincando sempre entre elas. Com três anos de idade mal construíam frases curtas ou falavam com os adultos, mas seus pais não se preocuparam já que pareciam saudáveis e felizes. Quando as gêmeas foram à escola aos cinco anos, foram qualificadas como muito tímidas e um pouco excêntricas.

Sua união parecia impenetrável. Empenhavam-se em imitar e sincronizar seus movimentos, e sua linguagem adquiriu uma velocidade e fluidez tão surpreendente que deixou de ser compreensível pelo restante dos adultos. Só sua irmã menor, Rose, conseguia penetrar em seu mundo.

O terapeuta do colégio, Cathy Arthur, ficou fascinado por seu comportamento. Convencido de que a imitação entre elas chegava ao extremo.

– “Se uma caía a outra se atirava ao solo. Se uma não falava, a outra também ficava quieta“.

Apesar disso, e de forma muito sucinta e pontual, as gêmeas se comunicavam com outros meninos da escola e eram aceitas e até queridas por suas extravagâncias pelos colegas.

Mas tudo mudou quando as pequenas tiveram que mudar de colégio aos nove anos. Seu pai foi destinado a servir em Brauton, um vilarejo ainda menor em Devon, Inglaterra. Ali as crianças da nova escola acharam que o comportamento das gêmeas era assustador e começaram a debochar delas com verdadeira sanha.

Alvo de todas as gozações

 

Elas eram as únicas meninas negras do colégio, não falavam com os outros, se imitavam o tempo todo e só se entendiam entre elas. Razões suficientes para que as crianças debochassem, maltratassem e intimidassem as gêmeas constantemente.

O assédio era tal, que a diretora recomendou que as gêmeas saíssem antes da aula para evitar coincidir com outras crianças durante a saída. Esta hostilidade contribuiu a que elas se isolassem ainda mais em seu pequeno mundo.

Aos 14 anos, os terapeutas recomendaram separá-las em diferentes escolas para tentar obrigá-las a socializar, mas cada vez que se afastavam uma da outra, entravam em estado catatônico no qual permaneciam imóveis durante horas.

Foi então quando June tentou se suicidar e as pequenas começaram a receber educação em casa, encontrando consolo na leitura e, sobretudo, na escrita.

Desenvolveram rituais próprios nos quais decidiam qual delas acordaria primeiro pela manhã, e respiraria primeiro enquanto a outra devia esperar segurando o ar.

Brincavam com bonecas durante horas e inventavam histórias de teatro que depois representavam. Inspiradas por uma novela que sua mãe lhes presenteou, as meninas começaram a escrever seus próprios diários. Foi então quando uma janela a seu mundo interno se abriu com um resultado muito inquietante.

– “Ninguém sofre como eu, não com uma irmã“, escreveu June em seu diário. – “Com um marido, sim; com uma mulher, sim; com um filho, sim; mas esta minha irmã é uma sombra negra que está me roubando a luz do sol, é meu único tormento“.

Por sua vez, Jennifer escrevia sobre suas inquietações.

– “Ela quer que sejamos iguais. Há um brilho assassino em seus olhos. Querido Deus, tenho medo dela. Não é normal… alguém está deixando minha irmã louca. Sou eu“.
 

Narrativa violenta

 
Animados por seu interesse literário, os pais inscreveram as meninas em 1979 em um curso de escrita criativa. Assim nasceram suas primeiras novelas.

Todas as histórias aconteciam em Malibu, Califórnia, uma terra que em sua mente se desenhava como exótica e romântica. No entanto, suas histórias versavam sobre jovens, violência, sexo, tabus e comportamentos criminosos.

No livro de June, “Viciado em Pepsi-Cola” o garoto mais popular da classe é sodomizado por um professor e depois condenado a um reformatório onde acabará sendo objeto dos abusos sexuais de um guarda.

No de Jennifer “A Boxeadora”, um médico salva a vida de seu filho matando o cão da família e transplantando seu coração. Ainda que o jovem se salve, o espírito do cão vive nele e cobra uma sangrenta vingança.

Também de Jennifer foi a obra “Discomania” onde uma mulher jovem descobre que o ambiente de uma discoteca local incita os clientes a cometer atos violentos.

Da ficção à realidade

 

Ainda que tenham tentado publicar suas obras literárias, não conseguiram porque as histórias, ainda que com a intensidade hitchcockiana, eram tão brutais que fariam Tarantino corar de vergonha. Então, o seguinte passo foi torná-las realidade colocando elas mesmas em prática.

Assim começaram a cometer roubos, ataques e incêndios. Mas o mais inquietante é que começaram a tentar se matar uma a outra. Apesar do que, sempre se perdoavam e continuavam inseparáveis.

Com 18 anos e depois de tentar queimar um bar, foram presas e condenadas a 14 anos de internamento em um centro psiquiátrico de alta segurança.

À beira da loucura

 

Presas junto a criminosos malucos violentos, violadores, psicopatas e sob a influência de muitos medicamentos e sedativos, as gêmeas deixaram de escrever novelas. Mas continuaram escrevendo seus diários onde registraram seu declive psicológico.

– “Convertemo-nos em inimigas mortais“, assegura Jennifer em seu diário. – “Sentimos os incômodos raios mortais emitidos por nossos corpos, golpeando a pele de outros. Pergunto a mim mesma se posso me desfazer de minha própria sombra, se é possível ou impossível. Sem minha sombra, morrerei? Sem minha sombra, obterei uma vida? Serei livre ou me deixarão morrer? Sem minha sombra, que identifico com uma cara da miséria, engano e do assassinato“.

Pouco a pouco desenvolveram uma grande animada aversão entre si, se convencendo entre elas de que nenhuma poderia ser normal e feliz enquanto a outra vivesse. Se estavam separadas, sentiam falta em silêncio e em estado catatônico, mas, mal se viam, começavam a se atacar violentamente tentando se matar.

Durante esses anos começaram a falar com outros pacientes e enfermeiros, bem como com a jornalista Marjorie Wallace, que escreveu toda sua história. Sua relação seguia sem resolver, ainda que durante as terapias chegavam a falar com certa tranquilidade. De repente, Jennifer, a irmã 10 minutos mais jovem, confessou o seguinte a Marjorie:

– “Marjorie, Marjorie, vou ter que morrer“, e quando a jornalista perguntou o porquê, se limitou a explicar: – “Porque foi o que decidimos“.

Segundo confessaram mais tarde, fazia tempo que as gêmeas tinham chegado a um acordo pelo qual se uma delas morresse a outra deveria começar a falar e levar uma vida normal. Convenceram-se assim de que uma teria que se sacrificar, e Jennifer foi a escolhida.

Sozinha no mundo e livre ao fim

 
Em março de 1993, as gêmeas, depois de exames positivos, foram transladadas a um hospital de segurança mínima. Ambas entraram rindo na ambulância, mas ao chegar ao destino, Jennifer estava morta.

A autópsia revelou que não houve nenhum tipo de violência, nem lesões ou envenenamento. A morte aconteceu devido a uma miocardite aguda. June declarou que Jennifer tombou a cabeça sobre seu ombro, respirou e disse:

– “Por fim estamos livres“. Foram suas últimas palavras.

Alguns dias depois, durante a visita de Marjorie Wallace, esta lhe disse:

– “Por fim sou livre. Ao final Jennifer deu sua vida por mim“.

Jennifer foi enterrada e June cumpriu sua promessa de viver normalmente. Hoje fala com as pessoas, relaciona-se em comunidade e, no ano 2000, foi diagnosticada sem nenhuma desordem psiquiátrica.

A morte de Jennifer segue sendo um mistério, e em sua lápide é possível ler o poema escrito por sua irmã.

“Uma vez fomos duas,
as duas éramos uma.
Não somos mais duas,
senão uma através da vida.
Descanse em paz.”
 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Escola incentiva aluno a escrever carta de despedida e mãe acha que filho ia se suicidar

Professores de uma escola secundária da cidade de Staffordshire (Inglaterra) solicitaram aos alunos a elaboração de uma redação. O objetivo dos professores era que os alunos fossem criativos, e que escrevessem uma carta como se tivessem uma doença terminal e apenas algumas horas de vida. Tinham também que fazer menção ao enterro. Pois bem, Wesley Walker, de 14 anos, pôs mãos à obra, mas dali saiu algo aterrorizador. O jovem escreveu uma carta (foto), para a sua mãe se despedindo: "Estou escrevendo isto para te dizer adeus e para agradecer por me teres dado vida. Por favor, não chore. Seja forte por mim", foram algumas das frases escritas pelo rapaz, que pediu ainda um favor para o seu funeral: "Quero ser lembrado pelos momentos bons e felizes. No meu funeral, peça que todos estejam presentes vestidos com cores vivas, como a minha personalidade", escreveu. Como despedida, no final, o jovem britânico desenhou um coração e alguns beijos: "Muito amor, de Wesley". Vicki Walker, a mãe, levou um susto quando leu a carta: "Ele me entregou a carta e subiu para o quarto. Só a li depois de alguns minutos. Desesperada, subi as escadas, achando que ia encontrá-lo morto na cama. As escolas não deveriam pedir que os alunos façam isso", disse a mãe, ainda assustada com a situação. A escola já pediu desculpas publicamente. Contudo, um porta-voz afirma que não vê problema algum neste caso, visto que o objetivo era trabalhar a capacidade criativa dos alunos.

 
A maioria do conteúdo deste site foi retirado da Internet, por isso, não nos responsabilizamos e nem temos direitos autorais sobre as imagens e textos. Caso algum conteúdo seja de sua autoria, favor nos contatar, para que possamos remover ou colocar os devidos direitos autorais.Copyright© 2013-2020