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terça-feira, 25 de outubro de 2016

JOVEM É ASSASSINADO PRÓXIMO AO DISTRITO DE LAJES EM CARUARU/PE

um jovem que não foi identificado, foi assassinado a tiros na estrada do Sítio Poço Dantas, próximo ao Distrito de Lajes, na zona rural de Caruaru, ele foi morto trajado um short de Tactel, de cor azul e estava sem camisa. Segundo informações de testemunhas, os imputados chegaram com a vítima em um veículo de marca, cor e placa não informadas, momento em que mandaram ela descer do carro e efetuaram os disparos, se evadindo do local em seguida tomando destino ignorado. Segundo o perito do IC, a vítima foi atingida por três projéteis de disparos de arma de fogo, sendo dois na região da cabeça e um nas costas. Até o presente, a vítima, a autoria e a motivação são desconhecidas

TRÊS MORTOS E OITO FERIDOS EM REBELIÃO EM TIMBAÚBA


Três jovens infratores morreram, na madrugada desta terça-feira (25), durante uma rebelião na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), em Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, distante 98 quilômetros do Recife.

Homem é executado com vários tiros em Piripiri-Pí

O fato aconteceu nesta segunda-feira 25/10, na cidade de Piripiri-PI, que fica localizado, a uns 169 Km de Teresina-PI, um Professor de nome Luciano Fernandes,foi alvejado na porta de casa na Rua Quirino de Sousa Meneses, no Bairro Recreio, quando saía para trabalhar,Segundo informações foram seis disparos de revólver. Dois elementos andavam numa moto pop, se aproximaram e efetuaram os disparos e fugiram do local a Polícia acredita que o crime ocorreu por volta de 6h:40min, quando ele saia de carro para trabalhar uma equipe médica ainda tentou reanimá-lo, mas ele já estava morto dentro do seu veículo. A policia investiga o caso!


domingo, 9 de outubro de 2016

O intrigante caso das “gêmeas silenciosas” e por que uma teve que morrer

Preconceito, ostracismo, trauma, catatonia e hospitalização: o inquietante caso das gêmeas idênticas silenciosas e por que uma delas "precisou" morrer.
Com apenas três anos de idade, as gêmeas idênticas Gibbons começaram a recusar a comunicação e socialização com outras pessoas, desenvolvendo uma linguagem própria que era incompreensível até mesmo para seus pais. Unidas por um mundo estranho, bizarro e cheio de segredos, as meninas cresceram sob grande deboche e assédio escolar, o que contribuiu ainda mais a seu isolamento. Só seus diários e obras literárias perturbadoras ligavam as meninas de alguma forma com a realidade.
 
Durante a adolescência, as gêmeas deram rédea solta a sua frustração através de uma corrente de atos de vandalismo e incêndios provocados que acabaram com sua prisão. A imprensa as apelidou de “as gêmeas silenciosas” devido a sua estranha forma de comunicação.

Condenadas e encerradas em um centro psiquiátrico, sua vida deu uma guinada quando uma delas morreu em estranhas circunstâncias para libertar assim a outra de sua prisão e isolamento. Toda uma história apaixonante, insólita e extremamente inquietante que foi recolhida pela jornalista Marjorie Wallace, que nós contamos a seguir.

As gêmeas silenciosas

 
June e Jennifer Gibbons nasceram em 11 de abril de 1963 na ilha caribenha de Barbados. Seu pai, técnico da Força Aérea britânica, foi destinado a Gales logo depois que elas nasceram. A família passou a ser uma novidade exótica em Haverfordwest, um pequeno povoado do condado de Pembrokeshire, onde nunca havia morado uma pessoa negra.

Talvez por sua estreita relação, as gêmeas demoraram para começar a falar, brincando sempre entre elas. Com três anos de idade mal construíam frases curtas ou falavam com os adultos, mas seus pais não se preocuparam já que pareciam saudáveis e felizes. Quando as gêmeas foram à escola aos cinco anos, foram qualificadas como muito tímidas e um pouco excêntricas.

Sua união parecia impenetrável. Empenhavam-se em imitar e sincronizar seus movimentos, e sua linguagem adquiriu uma velocidade e fluidez tão surpreendente que deixou de ser compreensível pelo restante dos adultos. Só sua irmã menor, Rose, conseguia penetrar em seu mundo.

O terapeuta do colégio, Cathy Arthur, ficou fascinado por seu comportamento. Convencido de que a imitação entre elas chegava ao extremo.

– “Se uma caía a outra se atirava ao solo. Se uma não falava, a outra também ficava quieta“.

Apesar disso, e de forma muito sucinta e pontual, as gêmeas se comunicavam com outros meninos da escola e eram aceitas e até queridas por suas extravagâncias pelos colegas.

Mas tudo mudou quando as pequenas tiveram que mudar de colégio aos nove anos. Seu pai foi destinado a servir em Brauton, um vilarejo ainda menor em Devon, Inglaterra. Ali as crianças da nova escola acharam que o comportamento das gêmeas era assustador e começaram a debochar delas com verdadeira sanha.

Alvo de todas as gozações

 

Elas eram as únicas meninas negras do colégio, não falavam com os outros, se imitavam o tempo todo e só se entendiam entre elas. Razões suficientes para que as crianças debochassem, maltratassem e intimidassem as gêmeas constantemente.

O assédio era tal, que a diretora recomendou que as gêmeas saíssem antes da aula para evitar coincidir com outras crianças durante a saída. Esta hostilidade contribuiu a que elas se isolassem ainda mais em seu pequeno mundo.

Aos 14 anos, os terapeutas recomendaram separá-las em diferentes escolas para tentar obrigá-las a socializar, mas cada vez que se afastavam uma da outra, entravam em estado catatônico no qual permaneciam imóveis durante horas.

Foi então quando June tentou se suicidar e as pequenas começaram a receber educação em casa, encontrando consolo na leitura e, sobretudo, na escrita.

Desenvolveram rituais próprios nos quais decidiam qual delas acordaria primeiro pela manhã, e respiraria primeiro enquanto a outra devia esperar segurando o ar.

Brincavam com bonecas durante horas e inventavam histórias de teatro que depois representavam. Inspiradas por uma novela que sua mãe lhes presenteou, as meninas começaram a escrever seus próprios diários. Foi então quando uma janela a seu mundo interno se abriu com um resultado muito inquietante.

– “Ninguém sofre como eu, não com uma irmã“, escreveu June em seu diário. – “Com um marido, sim; com uma mulher, sim; com um filho, sim; mas esta minha irmã é uma sombra negra que está me roubando a luz do sol, é meu único tormento“.

Por sua vez, Jennifer escrevia sobre suas inquietações.

– “Ela quer que sejamos iguais. Há um brilho assassino em seus olhos. Querido Deus, tenho medo dela. Não é normal… alguém está deixando minha irmã louca. Sou eu“.
 

Narrativa violenta

 
Animados por seu interesse literário, os pais inscreveram as meninas em 1979 em um curso de escrita criativa. Assim nasceram suas primeiras novelas.

Todas as histórias aconteciam em Malibu, Califórnia, uma terra que em sua mente se desenhava como exótica e romântica. No entanto, suas histórias versavam sobre jovens, violência, sexo, tabus e comportamentos criminosos.

No livro de June, “Viciado em Pepsi-Cola” o garoto mais popular da classe é sodomizado por um professor e depois condenado a um reformatório onde acabará sendo objeto dos abusos sexuais de um guarda.

No de Jennifer “A Boxeadora”, um médico salva a vida de seu filho matando o cão da família e transplantando seu coração. Ainda que o jovem se salve, o espírito do cão vive nele e cobra uma sangrenta vingança.

Também de Jennifer foi a obra “Discomania” onde uma mulher jovem descobre que o ambiente de uma discoteca local incita os clientes a cometer atos violentos.

Da ficção à realidade

 

Ainda que tenham tentado publicar suas obras literárias, não conseguiram porque as histórias, ainda que com a intensidade hitchcockiana, eram tão brutais que fariam Tarantino corar de vergonha. Então, o seguinte passo foi torná-las realidade colocando elas mesmas em prática.

Assim começaram a cometer roubos, ataques e incêndios. Mas o mais inquietante é que começaram a tentar se matar uma a outra. Apesar do que, sempre se perdoavam e continuavam inseparáveis.

Com 18 anos e depois de tentar queimar um bar, foram presas e condenadas a 14 anos de internamento em um centro psiquiátrico de alta segurança.

À beira da loucura

 

Presas junto a criminosos malucos violentos, violadores, psicopatas e sob a influência de muitos medicamentos e sedativos, as gêmeas deixaram de escrever novelas. Mas continuaram escrevendo seus diários onde registraram seu declive psicológico.

– “Convertemo-nos em inimigas mortais“, assegura Jennifer em seu diário. – “Sentimos os incômodos raios mortais emitidos por nossos corpos, golpeando a pele de outros. Pergunto a mim mesma se posso me desfazer de minha própria sombra, se é possível ou impossível. Sem minha sombra, morrerei? Sem minha sombra, obterei uma vida? Serei livre ou me deixarão morrer? Sem minha sombra, que identifico com uma cara da miséria, engano e do assassinato“.

Pouco a pouco desenvolveram uma grande animada aversão entre si, se convencendo entre elas de que nenhuma poderia ser normal e feliz enquanto a outra vivesse. Se estavam separadas, sentiam falta em silêncio e em estado catatônico, mas, mal se viam, começavam a se atacar violentamente tentando se matar.

Durante esses anos começaram a falar com outros pacientes e enfermeiros, bem como com a jornalista Marjorie Wallace, que escreveu toda sua história. Sua relação seguia sem resolver, ainda que durante as terapias chegavam a falar com certa tranquilidade. De repente, Jennifer, a irmã 10 minutos mais jovem, confessou o seguinte a Marjorie:

– “Marjorie, Marjorie, vou ter que morrer“, e quando a jornalista perguntou o porquê, se limitou a explicar: – “Porque foi o que decidimos“.

Segundo confessaram mais tarde, fazia tempo que as gêmeas tinham chegado a um acordo pelo qual se uma delas morresse a outra deveria começar a falar e levar uma vida normal. Convenceram-se assim de que uma teria que se sacrificar, e Jennifer foi a escolhida.

Sozinha no mundo e livre ao fim

 
Em março de 1993, as gêmeas, depois de exames positivos, foram transladadas a um hospital de segurança mínima. Ambas entraram rindo na ambulância, mas ao chegar ao destino, Jennifer estava morta.

A autópsia revelou que não houve nenhum tipo de violência, nem lesões ou envenenamento. A morte aconteceu devido a uma miocardite aguda. June declarou que Jennifer tombou a cabeça sobre seu ombro, respirou e disse:

– “Por fim estamos livres“. Foram suas últimas palavras.

Alguns dias depois, durante a visita de Marjorie Wallace, esta lhe disse:

– “Por fim sou livre. Ao final Jennifer deu sua vida por mim“.

Jennifer foi enterrada e June cumpriu sua promessa de viver normalmente. Hoje fala com as pessoas, relaciona-se em comunidade e, no ano 2000, foi diagnosticada sem nenhuma desordem psiquiátrica.

A morte de Jennifer segue sendo um mistério, e em sua lápide é possível ler o poema escrito por sua irmã.

“Uma vez fomos duas,
as duas éramos uma.
Não somos mais duas,
senão uma através da vida.
Descanse em paz.”
 

terça-feira, 16 de junho de 2015

Rapaz confessa que estrangulou, estuprou e matou a pauladas uma jovem de 20

Emerson de Barros Lins, de 18 anos, que confessou ter matado a jovem Paola Bulgarelli, em Araçatuba (SP), está preso na cadeia de Penápolis (SP) em uma cela separada dos outros detentos. Ele foi transferido de Castilho (SP), onde foi preso, durante a madrugada desta segunda-feira (15). A família, que ainda tenta se recuperar da morte da jovem, espera justiça. “Minha irmã não merecia morrer assim não. A gente quer Justiça, eu o perdoo, mas quero que a polícia prenda ele e que jogue na cadeia, onde vai saber o que é Justiça. Tem de levar para uma cadeia que vai sofrer. Ele chorou, mostraram uma foto dele chorando, mas não foi de arrependimento não, foi de medo porque ele sabe o que vai acontecer com ele”, afirma a irmã Mariah Bulgarelli.
Paola, de 20 anos, morava em Araçatuba e estava desaparecida desde o dia 5, quando saiu para trabalhar e não foi mais vista. O corpo dela foi encontrado na tarde de sexta-feira (12) no rio Baguaçu, em um conjunto de chácaras dentro da cidade. Segundo o tenente da Polícia Militar Arilson Lugão, Emerson confessou que abusou da jovem e a matou. "Ele confessou que estava com a vítima, que apontou como sendo amiga dele, caminhando próximo ao rio Baguaçu. Lá ele a agarrou, estrangulou, abusou sexualmente e depois matou com pauladas na cabeça", afirma o tenente.

O corpo foi encontrado na tarde da última sexta-feira (12) com ferimentos na cabeça no rio Baguaçu, em Araçatuba, que fica num conjunto de chácaras dentro da cidade. Os bombeiros usaram bote e cordas para retirá-lo da água. Na manhã deste sábado (13), o corpo foi enterrado. A família reconheceu o corpo como sendo de Paola Bulgarelli. O reconhecimento foi suficiente para a polícia liberar o corpo para ser velado.





terça-feira, 24 de junho de 2014

MATOU O VIZINHO ARRANCOU O CORAÇÃO E COMEU.

Identificado o homem que foi brutalmente assassinado no dia de ontem, em Arataca. Segundo informações, Sebastião Ferreira de Jesus, 24 anos, foi enforcado, espancado, teve a orelha esquerda cortada, o peito aberto, possivelmente com um machado, e o coração arrancado. O corpo do homem de cor morena, vestido com uma calça jeans e camiseta preta, foi encontrado nos fundos da fazenda Arco Íris, num buraco parecido com uma cisterna, sem água. Ele seria natural de Mascote e estaria morando em Jussari. Dois suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados para a delegacia de Camacan. Albano Neves Barbosa, 31 anos, confessou que matou Sebastião porque este estava "cantando" a mulher dele. O segundo homem preso, Edivaldo Barbosa dos Santos, 46 anos, negou participação no crime.

Reginalda Silva dos Santos, a Regina, pivô do crime, disse que estava na rua e quando chegou ficou sabendo do crime. Confirmou que Sebastião sempre vinha lhe " cantando ".








domingo, 22 de junho de 2014

Homem encontrado na praia.





Golpeado Na Cabeça Até A Morte…

Do NE10.uol: Um homem foi morto na noite dessa terça-feira (28) na zona rural de Caruaru, Agreste de Pernambuco. O crime aconteceu por volta das 19h, no Sítio Cipó, zona rural do município. De acordo com a polícia, a vítima, Adelmo Pedro Nogueira, 30 anos, havia ingerido bebidas alcoólicas e estava discutindo com a esposa dele, quando um homem resolveu intervir. Adelmo teria ofendido esse homem, que pegou uma barra de ferro e o golpeou várias vezes na cabeça. Adelmo morreu no local e o corpo dele foi levado para o IML de Caruaru. A polícia realizou rondas nas proximidades do local do crime para encontrar o assassino, mas não obteve êxito. As investigações policiais continuam.









GAROTO DE 12 ANOS É BRUTALMENTE ASSASSINADO EM CARUARU

Um crime brutal foi registrado na noite desta quarta-feira (01-02) em Caruaru. A vítima Jackson Ferreira da Silva, de apenas 12 anos, morava na rua Ernesto Ferreira da Silva, bairro José Carlos de Oliveira. Ele foi encontrado morto a pedradas dentro de uma casa abandonada na rua Sebastião Luiz da Silva, também no bairro José Carlos de Oliveira. De acordo com a polícia o menor era usuário de crack e maconha e para isso ele praticava pequenos furtos, inclusive foi apreendido recentemente por ter arrombado uma casa na rua onde morava. A polícia acredita que a vítima tenha ido a esta casa abandonada para se drogar, o crime até o momento é de autoria desconhecida. O corpo do garoto foi encaminhado para o IML de Caruaru.







GAROTO DE 11 ANOS É ENCONTRADO MORTO BOIANDO NO RIO IPOJUCA EM CARUARU

Um menino de 11 anos foi encontrado morto boiando no rio Ipojuca na tarde desta quarta-feira (28) ao lado da passagem molhada que liga os bairro José Liberato e Rendeiras em Caruaru. Ezequiel da Silva Ferreira, morava na Vila Queimadinha. De acordo com familiares ele saiu de casa por volta das 18h da última segunda-feira (19) e estava desaparecido desde então. Apesar do corpo não apresentar sinais de violência, os familiares acreditam que o garoto foi assassinado. O corpo foi encaminhado para o IML do Recife, em virtude do avançado estado de decomposição.




fotos reais da advogada morta


















 
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